Associated Press
De Washington
France PressPopulares protestam, em Havana, contra a expulsão do diplomata José ImperatoriO diplomata cubano José Imperatori deixou os Estados Unidos depois de ter sido detido por agentes do FBI e levado por eles até um aeroporto de Washington, informou o porta-voz do Departamento de Estado, James Rubin, ontem. Imperatori foi expulso do país por causa de possíveis vínculos com um funcionário do serviço de imigração acusado de espionar para Cuba. ‘‘O diplomata cubano que declaramos ‘persona non grata’ no dia 19 de fevereiro foi escoltado pelo FBI até o aeroporto de Washington, de onde deixou os Estados Unidos’’, contou Rubin.
‘‘O diplomata em questão não goza dos privilégios e das imunidades concedidas pela Convenção de Viena sobre relações diplomáticas’’, acrescentou. ‘‘Ele está sendo expulso dos EUA por não cumprir os prazos estipulados para deixar o país.’’ A mulher do diplomata e o seu filho retornaram a Cuba na sexta-feira.
Na capital da ilha, uma autoridade do Governo cubano declarou que a ação norte-americana constituía uma injustiça, assinalando que a expulsão estava ligada à questão relativa ao regresso do menino cubano Elián González a Cuba.

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