Críticas no Ocidente são severas
Críticas no Ocidente são severas
O ultimato das forças russas foi alvo de duras críticas ontem no Ocidente. A Grã-Bretanha convocou o embaixador russo em Londres para apresentar-lhe seu protesto formal e a Alemanha pediu que a Rússia retire o ultimato, condenado também pela Turquia, França, EUA e Itália.
A Cruz Vermelha expressou sua indignação e preocupação com o destino de milhares de pessoas. O secretário-geral da Otan, George Robertson, considerou totalmente inaceitável a advertência enquanto a chancelaria francesa chegou a levantar a possibilidade de que na cúpula da União Européia, no fim de semana, sejam discutidas sanções econômicas contra Moscou.
O FMI anunciou que adiará a liberação de uma parcela de US$ 640 milhões um empréstimo acertado em julho. O FMI justificou o adiamento como consequência do não-cumprimento pela Rússia de reformas estruturais pactuadas com a instituição. Essa explicação foi rechaçada por Moscou, que considerou a decisão um protesto contra a campanha na Chechênia.





