Argentina - A histórica votação de Cristina Kirchner permitirá que a presidente inicie um segundo mandato, em dezembro, ainda mais superpoderosa, um dos traços da condução presidencial dos oito anos de kirchnerismo. Como fez Néstor Kirchner (ex-presidente morto no ano passado), Cristina se caracterizou por conduzir um governo em que o núcleo duro é extremamente restrito, formado por não mais de cinco pessoas. Não há no governo argentino, desde 2003, quando Néstor foi eleito, reuniões ministeriais, prática comum no Brasil, por exemplo. Centralizadora, é a presidente quem toma todas as decisões. (Folhapress)

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