Buenos Aires - A ex-presidente argentina Cristina Kirchner sofreu nesta terça-feira (4) um novo revés judicial ao ser acusada por associação ilícita e lavagem de ativos em um processo que inclui seus dois filhos. O revés ocorre em meio a pedidos pela sua volta ao cenário político, para as eleições legislativas de outubro, como grande rival do partido da situação de Mauricio Macri.

O juiz Claudio Bonadio, encarregado do caso, ordenou o embargo de 130 milhões de pesos argentinos (pouco mais de 8 milhões de dólares) e proibiu a saída do país de todos os processados, entre eles, além de Cristina e seus filhos Máximo e Florencia, dois empresários, segundo o Centro de Informação Judicial (CIJ).

Este é o caso que mais complica Cristina Kirchner, que antes de exercer a presidência da Argentina, entre 2007 e 2015, ocupou cargos como deputada e senadora.

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