São Paulo - Após relatos controversos sobre o nível de radiação na água do mar em torno da usina de Fukushima 1, no Japão, que apontavam para um aumento de 10 milhões de vezes mais radiação do que o tolerado, as autoridades japonesas detectaram uma elevação de ao menos 100 mil vezes no reator 2 e 1.850 vezes nas águas. A direção da empresa que opera a usina disse que a crise pode levar ''anos'' para ser solucionada.
De acordo com especialistas, mesmo antes de a empresa que opera a usina averiguar o dado do aumento de 10 milhões de vezes, agora refutado, os números confirmados no fim de semana já são alarmantes.
O alto nível de material radioativo medido ontem em uma camada d'água que vazou do reator 2 da usina de Fukushima levou as autoridades a interromperem as operações e retirarem os técnicos do local, anunciou a agência de notícias Jiji.

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