O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, impôs sanções ao governo líbio de Muamar Kadhafi, para punir a repressão aos manifestantes e debilitar ainda mais o atual regime, informou a Casa Branca.
  Obama firmou um decreto congelando contas e propriedades de Kadhafi e de seus quatro filhos nos Estados Unidos, destaca o comunicado. ‘‘O regime de Muamar Kadhafi violou as leis internacionais e a decência, e deve ser responsabilizado’’. ‘‘Estas sanções visam diretamente o regime de Kadhafi, mas também protegem os bens que pertencem ao povo líbio’’, destacou a Casa Branca.
  Os líderes de outros países, como a Alemanha e a Inglaterra concordaram sobre a necessidade de impor sanções internacionais ‘‘severas’’ ao regime líbio o mais rápido possível, informou Berlim.
  A chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, concordaram sobre a necessidade urgente de sanções das Nações Unidas, informou o porta-voz do governo alemão, Christoph Steegmans, em um comunicado.
  Os dois líderes acreditam que ‘‘o Conselho de Segurança das Nações Unidas precisam adotar sanções severas o mais rápido possível contra o regime de Trípoli’’, disse, acrescentando que os dois líderes também concordaram sobre a necessidade de sanções por parte da União Europeia.
  Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos redigiram um projeto de resolução segundo o qual os ataques contra civis podem representar crimes contra a humanidade. O projeto também pede o embargo ao envio de armas ao país, a proibição de viagens a Kadhafi e o congelamento de seus bens.


● Ditador líbio no poder há 42 anos


● É a residência oficial e principal local de trabalho do presidente dos Estados Unidos; sede oficial do poder executivo naquele País

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