Os Es­ta­dos Uni­dos con­cluí­ram na se­ma­na pas­sa­da a re­ti­ra­da das tro­pas de com­ba­te do ter­ri­tó­rio ira­quia­no. Au­to­ri­da­des do go­ver­no do ­país do Orien­te Mé­dio ga­ran­ti­ram que o Exér­ci­to lo­cal tem con­di­ções de man­ter a se­gu­ran­ça da na­ção.
O ma­jor-ge­ne­ral Ste­phen Lan­za, por­ta-voz das for­ças ame­ri­ca­nas no Ira­que, afir­mou que o Exér­ci­to e a po­lí­cia ira­quia­nos têm de­mons­tra­do pro­fis­sio­na­lis­mo e con­ti­nua­rão me­lho­ran­do seu de­sem­pe­nho, ten­do mos­tra­do im­por­tan­tes pro­gres­sos des­de 2003.
O por­ta-voz do Exe­cu­ti­vo ira­quia­no, Ali al Da­bag, afir­mou ain­da que as for­ças ira­quia­nas po­de­rão man­ter a se­gu­ran­ça do ­país mes­mo ­após a re­ti­ra­da to­tal dos ame­ri­ca­nos e que os pre­pa­ra­ti­vos pa­ra a tran­si­ção de po­der são su­fi­cien­tes pa­ra en­fren­tar os fu­tu­ros de­sa­fios.
‘‘Op­ta­mos por as­su­mir a mis­são e man­ter a se­gu­ran­ça de nos­so ­país so­zi­nhos, sem a ne­ces­si­da­de de tro­pas ­estrangeiras’’, su­bli­nhou Al Da­bag.
O por­ta-voz acres­cen­tou que as 6 mil tro­pas res­tan­tes de­vem dei­xar o Ira­que até o pra­zo de 31 de agos­to, so­bran­do ao me­nos 50 mil sol­da­dos que in­te­gra­rão a for­ça de tran­si­ção.
As tro­pas re­ma­nes­cen­tes fi­ca­rão pa­ra ta­re­fas de ‘‘­estabilização’’, mis­sões de trei­na­men­to das for­ças ira­quia­nas, se­gu­ran­ça de ci­vis ame­ri­ca­nos e ope­ra­ções con­jun­tas de con­tra in­sur­gên­cia.

● Os soldados americanos começaram a ocupar o Iraque em março de 2003, quando o país foi invadido, em conflito que durou até este mês

● É uma rebelião armada contra uma autoridade constituída (com reconhecimento da ONU, por exemplo)

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