O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu na semana passada que o regime sírio permita de ‘‘maneira imediata’’ o acesso das organizações humanitárias às cidades afetadas pela violência do país.
  Em comunicado, os 15 membros do grupo pediram ‘‘acesso livre, imediato e total de organizações humanitárias a todos os povoados que precisem ser resgatados’’.
  O conselho também requisitou que o governo do país também aprove a entrada da subsecretária geral da ONU para Assuntos Humanitários, Valerie Amos, que espera na Jordânia o visto para entrar na Síria. O grupo chamou a demora de ‘‘decepcionante’’.
  O comunicado volta a reiterar que o Conselho de Segurança ‘‘deplora’’ a rápida deterioração da situação humanitária na Síria. A moção de repúdio foi aprovada pela primeira vez por todos os países, incluindo Rússia e China, que haviam vetado duas resoluções anteriores contra o regime de Bashar al Assad.

● País árabe, cuja capital é Damasco, que faz fronteira com o Mar Mediterrâneo, e os seguintes países: Líbano, Israel, Jordânia, Iraque e Turquia

● Presidente em exercício da Síria desde 2000, cujo início do mandado foi marcado pela esperança frustrada de mudanças democráticas

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