Nova York - Os governos europeus começam a divergir sobre a manutenção de Dominique Strauss-Kahn no comando do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas continuam a defender que o possível substituto seja do bloco.
A ministra das Finanças da Espanha, Elena Salgado, foi uma das vozes mais eloquentes contra o francês, que está preso em Nova York desde sábado, acusado de atacar sexualmente uma camareira do hotel onde se hospedava. Ressaltando que a investigação está em andamento, ela disse que as acusações são graves.
Entrentato, a maioria dos franceses - 57% - considera que Dominique Strauss-Kahn é ''vítima de um complô'', segundo pesquisa do instituto CSA publicada ontem. Ao contrário, para 32%, o socialista francês, que até agora era favorito para as eleições presidenciais de 2012, não é ''vítima de complô'' e 11% não se pronunciaram, segundo consulta para os meios BFM-TV, RMC e 20 Minut. Entre os simpatizantes socialistas, 70% disseram acreditar em complô, 23% afirmaram não acreditar e 7% não se pronunciaram.

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