A organização Transparência Internacional (TI) divulgou relatório anual sobre a corrupção em 70 países. A avaliação do Brasil caiu de 3,9 para 3,7 (a nota pode chegar a 10). Com isso, o país passou da 59ªpara 62ªposição, sendo superado por países como Belize, Tailândia, Trinidad e Tobago e Chile, entre outros, mas à frente da Argentina, por exemplo.
  Vale salientar que os recentes escândalos que abalaram o governo Lula tiveram pouca influência no resultado. A corrupção, que, segundo o estudo, atinge 70 países no mundo, representa ‘‘uma ameaça para o desenvolvimento’’ e constitui ‘‘uma das principais causas da pobreza’’, enfatiza a ONG.
  O estudo, que examina mais de 150 países, destaca que a corrupção constitui o roubo frio e calculado das oportunidades dos homens, mulheres e crianças menos capazes de protegerem a si mesmos.
  O índice da Argentina (97), Nicarágua (107), e Bolívia, Equador e Guatemala (117) revela que são países fortemente afetados pela corrupção. Na classificação, Chade e Bangladesh são os últimos em cumprimento à transparência, na posição 158, com uma nota de 1,7. O primeiro colocado menos corrupto é a Islândia, com um índice de 9,7, seguido de Finlândia e Nova Zelândia (9,6).

É uma organização não governamental fundada na Alemanha com a missão de criar mudanças de comportamento que levem a um mundo livre de corrupção.

Foi colonizada por pessoas de descendência nórdica, no século IX - a tradição sustenta que o primeiro colonizador foi o viking norueguês Ingólfur Arnarson, o qual estabeleceu-se no lugar onde hoje é a cidade de Reykjavík. Os islandeses falam a língua dos vikings, embora o islandês moderno tenha sofrido mudanças na pronúncia e, consequentemente, no vocabulário.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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