O desafio de Obama é construir credibilidade ao seu controle de armas nucleares e ao mesmo tempo não alarmar aliados dos EUA quanto ao seu espaço de manobra para lidar com ameaças vindas do Irã e da Coreia do Norte. Analistas também indicam que as novas estratégias devem enfrentar críticas da ala conservadora do congresso americano.
O presidente americano defendeu, há exatamente um ano, no dia 5 de abril de 2009, o advento de um mundo sem armas atômicas, durante um discurso pronunciado em Praga. No entanto, ele admitiu que provavelmente não viveria para ver esse objetivo ser alcançado. A partir de então, defensores e críticos da desnuclearização se enfrentaram dentro do governo e o anúncio da nova estratégia foi adiado em vários meses.(Folhapress)

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