Conflitos matam mais de 80 jornalistas
Conflitos matam mais de 80 jornalistas O ano passado foi um dos piores até hoje para repórteres em todo o mundo, com 87 jornalistas e funcionários da mídia tendo sido mortos enquanto fazendo cobertura de tudo, desde governos locais até conflitos internacionais. Em seu relatório anual sobre liberdade de imprensa global, o Instituto Internacional de Imprensa (em inglês, IPI), baseado em Viena, considerou 1999 como um dos piores anos já registrados em relação à violação da liberdade de imprensa e pediu aos governos para respeitar convenções internacionais sobre liberdade de expressão. A Iugoslávia liderou a lista como o local mais mortal do mundo para a imprensa, com 25 jornalistas e funcionários da mídia mortos no ano passado, 16 deles num bombardeio pela Otan da estatal Rádio e Televisão Sérvia. Além disso, a mídia independente iugoslava sofreu severas restrições, multas e supressão de informação oficial nas mãos de autoridades do governo. A Colômbia foi na América Latina o país mais violento para o exercício da profissão, matando sete jornalistas, segundo o relatório.





