CONFLITO NA LÍBIA - Coalizão diz ter afetado defesa antiaérea
A capacidade de defesa antiaérea líbia foi fortemente atingida pelos ataques de aviões e mísseis da coalizão, o que permite a instalação efetiva de uma zona de exclusão aérea sobre o país, como determina a resolução das Nações Unidas, informou um alto oficial do Pentágono. O bombardeio foi iniciado no dia 19.
Os ataques (da coalizão) foram muito eficazes e atingiram fortemente a defesa antiaérea do regime (de Muamar Kadafi), afirmou o vice-almirante Bill Gortney.
A principal ameaça contra aviões norte-americanos, britânicos, dinamarqueses e franceses é constituída por mísseis terra-ar SA-5, mas a capacidade (das forças pró-Kadafi) para lançá-los foi fortemente reduzida. As forças líbias também não mostram mais sinal de atividade de radar para detectar os aviões inimigos.
As emissões de radar da defesa antiaérea líbia eram limitadas a zonas em torno de Trípoli e Syrte. Estados Unidos e Grã-Bretanha lançaram 124 mísseis Tomahawk contra as duas regiões no sábado. A destruição da capacidade antiaérea era fundamental para o estabelecimento de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, como prevê a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O regime de Kadafi anunciou domingo um novo cessar-fogo em resposta ao apelo da União Africana pelo fim imediato das hostilidades, declarou um porta-voz do Exército. Na sexta, Trípoli já havia comunicado um cessar-fogo, mas que não foi cumprido.
● É um país do norte de África, cuja capita é Trípoli
● Construído em 1941, nos Estados Unidos, é o maior edifício de escritórios do mundo reservado a inteligência estratégica e espionagem





