Doha - A ONU e a União Européia (UE) pediram ontem em Doha, na abertura de uma conferência sobre o financiamento do desenvolvimento, que a crise econômica atual não oculte a necessidade de ajudar os países mais pobres, mas poucos resultados são esperados, na ausência da maioria dos principais dirigentes mundiais. Somente o presidente francês, Nicolas Sarkozy, viajou a Doha, onde garantiu que a ajuda da UE aos países pobres, sobretudo na África, não será ''sacrificada''. Como presidente em exercício da UE, ele afirmou que os 27 países membros da União, que liberou em 2007 US$ 61 bilhões para a ajuda ao desenvolvimento (60% da ajuda mundial), cumprirá com sua promessa de dedicar até 2015 0,7% de seu PIB à ajuda aos países pobres.(AFP)

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