Associated Press
De Nairóbi
Quatro países do sul da África que mantêm altos estoques de marfim protestaram ontem contra a proibição do comércio do produto, considerando que as manadas de elefantes em seus territórios estão ‘‘em crescimento e podem ser economicamente exploradas’’.
Coube ao chefe da delegação do Zimbábue, Simon Khaya Moyo, expor a posição que seu país mantém em comum com a África do Sul, Botsuana e Namíbia durante a abertura da conferência sobre espécies ameaçadas promovida pela ONU no Quênia. Para Moyo, a conservação implica na adoção de uma política adequada a uma ‘‘utilização sustentável de nossa abundante vida selvagem’’.
Quênia e Índia, por sua vez, querem que os elefantes sejam reenquadrados no Apêndice 1 da Convenção de Comércio Internacional de Espécies da Flora e da Fauna Ameaçadas (CITES), o que proíbe totalmente o comércio do marfim.

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