Três ministros europeus - da Alemanha, França e Finlândia - deverão chegar hoje a Manila para pressionar o governo local a dar garantias de que os reféns de rebeldes muçulmanos sejam realmente libertados. Ontem, dois negociadores do governo filipino retornaram ao acampamento do grupo rebelde Abu Sayyaf, localizado na Ilha de Jolo, a 940 quilômetros ao sul de Manila, para negociar com os extremistas muçulmanos, que mantêm cerca de 40 reféns, inclusive um grupo de 20 cativos - a maioria de estrangeiros - sequestrados na Malásia em abril. Os negociadores, Farouk Hussein, e o enviado pela Líbia, Ashad Abdul Rajab Azzarouq, estavam otimistas sobre a libertação dos reféns. ‘‘Iremos adiantar as conversações e estamos com esperança de que teremos sucesso na libertação antecipada dos reféns’’, afirmou Hussein. De acordo com um enviado do governo que visitou o acampamento ontem, os rebeldes estão pedindo 100 milhões de pesos filipinos (cerca de US$ 2,5 milhões) pela libertação dos jornalistas franceses.

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