São Pau­lo - A ma­nu­ten­ção da ta­xa bá­si­ca de ju­ros, a Se­lic, em 8,75% ao ano anun­cia­da on­tem pe­lo Co­mi­tê de Po­lí­ti­ca Mo­ne­tá­ria (Co­pom) le­va o Bra­sil à quar­ta po­si­ção no ran­king mun­dial de ju­ros ­reais.
  Se­gun­do da­dos da con­sul­to­ria Up­trend, a de­ci­são do Ban­co Cen­tral de man­ter os ju­ros nes­te pa­ta­mar fez com que o ­país su­bis­se uma co­lo­ca­ção na lis­ta, em que ocu­pa­va an­tes o quin­to lu­gar -a ­mais bai­xa po­si­ção do Bra­sil no es­tu­do até ho­je.
  O ran­king, que mos­tra as ta­xas de ju­ros no­mi­nais de 40 paí­ses sub­traí­das das pro­je­ções de in­fla­ção nos pró­xi­mos 12 me­ses, é li­de­ra­do por Chi­na, com ju­ros ­reais de 7,2%. No Bra­sil, a ta­xa é de 4,5%. Tai­lân­dia, com ju­ros de 5,9%, e Ar­gen­ti­na, com 4,7%, ocu­pam a se­gun­da e ter­cei­ra co­lo­ca­ções, res­pec­ti­va­men­te.
  De acor­do com o es­tu­do da Up­trend, pa­ra que o Bra­sil se man­ti­ves­se na mar­ca iné­di­ta al­can­ça­da em ju­lho, quan­do a Se­lic foi re­du­zi­da em 0,5 pon­to per­cen­tual, a ta­xa bá­si­ca te­ria que ­cair pe­lo me­nos 0,25 pon­to ho­je.
  As úl­ti­mas co­lo­ca­ções no ran­king de ju­ros ­reais fi­cam com Ve­ne­zue­la, com ju­ros ­reais de -9%, Ín­dia (-5,5%), Is­rael (-2,9%), Chi­le (-2,4%) e In­gla­ter­ra (-1,3%).

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