Kiev - Os combates ganharam em intensidade na Ucrânia ontem, a poucos dias da entrada em vigor de um cessar-fogo que tentará acabar com oito meses de conflito. Neste contexto, seis soldados ucranianos morreram no Leste separatista pró-russo.
Este não é o primeiro anúncio de cessar-fogo e todos têm encarado com certa cautela. Na Basileia, Suíça, o chefe da diplomacia ucraniana, Pavlo Klimkin, lembrou que a Ucrânia "precisa de um cessar-fogo real, e não um simples anúncio".
O chanceler, que participa de uma reunião ministerial da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), se referia ao anúncio feito na véspera pela presidência ucraniana e os separatistas pró-russos sobre um cessar total dos disparos no Leste rebelde a partir de 9 de dezembro.
Mas não há sinais de que a violência tenha diminuído com a aproximação da trégua. Seis militares ucranianos morreram em 24 horas e 13 ficaram feridos nos combates com separatistas, segundo indicou em Kiev o porta-voz do exército Andrii Lysenko.

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