Colômbia não quer Chávez na troca de reféns
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domingo, 30 de dezembro de 2007
Folhapress 
São Paulo - O governo colombiano descartou a volta do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como mediador da troca de reféns das Farc por rebeldes presos, apesar da decisão da guerrilha de entregar três seqüestrados ao líder venezuelano. É uma decisão já tomada. O governo foi muito claro sobre isto, disse o alto comissário para a paz, Luis Carlos Restrepo, em Villavicencio, 95 km a leste de Bogotá.
Villavicencio é a base da primeira etapa de uma operação internacional, elaborada por Chávez, para resgatar os reféns das Farc, Clara Rojas, de 44 anos, seqüestrada em 2002; seu filho Emmanuel, de 3, nascido no cativeiro; e a ex-congressista Consuelo González, 57, detida desde 2001.
Na quarta-feira, ao anunciar a logística para a operação de resgate, Chávez disse que, se Bogotá lhe pedir, poderá retomar seu papel de mediador para a troca de mais de 40 reféns das Farc por cerca de 500 rebeldes presos.


