O presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, antecipou o fim de sua folga de final de ano, retornando ontem a Washington, com a esposa e a filha. Clinton devia passar quatro dias de folga, mas decidiu voltar logo à Casa Branca, onde os legisladores planejam a estratégia para enfrentar seu julgamento de destituição no Senado. Aparentemente há um plano sendo avaliado no Senado para a emissão de uma resolução de censura contra o presidente e não sua destituição. O Senado norte-americano deve começar, no dia 6, a examinar a proposta de impeachment, aprovada pela Câmara dos Representantes. Será necessário o voto de dois terços do Senado para derrubar Clinton. O partido do presidente tem 45 membros em uma Casa com 100 representantes, o que torna quase impossível a aprovação de sua destituição. Também por isto, e levando em conta o desgaste que o processo pode provocar, a idéia de uma censura, que encerraria o processo, está ganhando corpo junto aos membros da Casa.
Gastos militares O presidente Bill Clinton tem a intenção de pedir ao Congresso um aumento de 100 bilhões de dólares para os gastos militares nos próximos seis anos, a partir do ano fiscal de 2000, noticiou ontem o New York Times, que cita altos funcionários governamentais.
Se for votado, será o maior aumento desde os anos 80 (presidência de Ronald Reagan), tempos de guerra fria.

mockup