France Presse,
De San José, Costa Rica
Os países centro-americanos mantiveram ontem o estado de alerta geral por causa das chuvas que, apesar de terem perdido a força na tarde de anteontem, deixaram 14 mortos na região, além de inundações, deslizamentos e danos em casas e de infra-estrutura.
Em Honduras, quatro pessoas morreram e três continuam desaparecidas nos últimos três dias por causa dos fortes temporais, fazendo com que o governo emitisse na noite de sábado um decreto de ‘‘emergência restrita’’ nas áreas mais vulneráveis do país.
Na Costa Rica, onde as chuvas mataram uma pessoa, as inundações e as chuvas no Pacífico Norte e Central pararam, possibilitando a volta para casa das 2.300 pessoas evacuadas da região.
Em El Salvador, onde o balanço de vítimas é de seis mortos e três mil evacuados, o Comitê de Emergência Nacional manteve o alerta amarelo - de prevenção - e durante a noite de sábado registrou um único transbordamento do rio Agua Caliente, na jurisdição de Tecoluca (departamento de San Vicente), 90 quilômetros a sudeste da capital salvadorenha.
Na Guatemala, duas pessoas - um adulto e uma criança - morreram na noite desta quarta-feira soterrados por um deslizamento de terra na periferia da capital.
Na Nicarágua, dois jovens estão desaparecidos no sul do país, enquanto 2.200 pessoas foram evacuadas para abrigos temporários nos departamentos de León, Chinandega, Rivas (Tola), Diriamba e Wiwilí (Matagalpa) devido às inundações e aos deslizamentos dos morros.
No Panamá, uma pessoa morreu afogada terça-feira ao tentar cruzar a cheia do rio Zaratí, na província de Coclé (centro), mas a situação já está sob controle.

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