O presidente francês, Jacques Chirac, esteve ontem pela manhã em Soweto, subúrbio negro de Johannesburgo, berço da resistência contra o apartheid, e prestou uma homenagem diante do Memorial Hector Paterson.
Este monumento, comentou, ‘‘simboliza a vitória do bem sobre o mal’’.
Hector Paterson foi a primeira vítima morta pela polícia, no dia 16 de junho de 1976, durante os distúrbios provocados pela imposição do afrikaans como idioma do ensino nas escolas. Paterson tinha 13 anos e foi imortalizado por uma foto, onde é visto, gravemente ferido, levado nos braços por um colega e ao lado de sua irmã, que grita de dor. Chirac conclui sua visita à África, hoje em Moçambique e amanhã em Angola.

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