Pequim - Um monge tibetano faleceu em um ato de imolação com fogo na região noroeste da China no fim de semana, anunciou a agência estatal Nova China, o que eleva a 15 o número de pessoas que cometeram suicídio em sinal de protesto nas regiões do Tibete em menos de um ano. Nyage Sonamdrugyu, de 40 anos, ateou fogo ao seu corpo no domingo em Qinghai, de acordo com a Nova China. Este foi o primeiro caso de imolação registrado nesta província.
O governo tibetano no exílio, com sede na Índia, considerou que a falta de liberdade religiosa havia levado a vítima a atear fogo em si própria.
Descartando que o ato do monge falecido fosse uma forma de protesto, a Nova China indicou que uma investigação preliminar considerava que o homem havia se suicidado após descobrir que o marido de uma mulher com quem mantinha uma relação havia descoberto este vínculo.
Segundo a organização Free Tibet, com sede em Londres, testemunhas viram o homem de 22 anos atear fogo em si mesmo perto do monastério, pedindo a volta do exílio do Dalai Lama, líder espiritual dos budistas tibetanos.

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