China recusa pedido de Albright
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quinta-feira, 22 de junho de 2000
Associated Press De Pequim 
A secretária de Estado norte-americana Madeleine Albright pediu ao presidente chinês Jiang Zemin que aproveite o momento e mantenha negociações reconciliatórias com Taiwan. Mas seu apelo foi descartado.
Em duas rodadas de negociações que duraram quase duas horas ontem, Jiang insistiu que Taiwan deveria reconhecer a existência de uma só China, disse um funcionário norte-americano a jornalistas após o fim da reunião. Segundo ele, a questão dominou as conversas com os líderes chineses.
Na maioria das outras frentes de negociação, as relações entre Estados Unidos e China parecem melhorar. Jiang, por enquanto, agradeceu Albright pelos esforços da administração Clinton para diminuir as barreiras comerciais contra os produtos chineses.
Juntos, discutiram a histórica mudança de rumo adotada pelo presidente norte-coreano Kim Jong-il em favor da reconciliação da Coréia do Sul.
Uma outra declaração sobre as relações entre as duas Coréias feita a Madeleine Albright foi atribuída a Jiang Zemin: A estrada a ser percorrida é muito longa até que eles superem todas as dificuldades.
Jiang e outras autoridades do governo chinês foram rápidos ao defender que o presidente taiuanês Chen Shui-bian deve reconhecer o princípio de uma China, sugerindo que Taiwan deveria reverter a separação.
Coréia Representantes dos governos dos EUA, do Japão e da Coréia do Sul irão reunir-se na próxima semana para coordenar suas políticas em relação à Coréia do Norte como resultado do histórico encontro entre os líderes das duas Coréias. A reunião entre os três aliados será no Havaí nos dias 29 e 30 deste mês, disse um funcionário do Ministério do Exterior de Seul, que não quis se identificar. Na última semana, a Coréia do Sul participou do primeiro encontro com a Coréia do Norte desde a divisão do país em 1945. Durante a reunião, os líderes das duas Coréias concordaram em trabalhar juntos pela reconciliação e pela reunificação. Depois do encontro, Washington relaxou as sanções contra a Coréia do Norte.


