Pequim - A Justiça chinesa confirmou ontem a proibição feita em 2005 a um empresário que vendia terrenos na Lua. Um tribunal de Pequim considerou mais uma vez que ninguém podia reivindicar a propriedade da Lua, referindo-se a um tratado internacional sobre o espaço assinado pela China em 1983, e pôs fim às pretensões de Li Jie, que montou um escritório chamado ''Embaixada da Lua''. A empresa havia apresentado uma queixa contra as autoridades de controle do comércio, que retiraram suas licenças profissionais em 2005, impondo também uma multa. O gabinete de comércio considerou que a atividade era ''um grande sonho'', asemelhando-se a uma fraude, e proibiu o empresário de seguir propondo terrenos ao preço de US$ 37 por 0,4 hectare. Cerca de 34 pessoas se deixaram tentar antes que as atividades da firma fossem suspensas. (France Presse)

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