São Paulo - O governo chinês divulgou uma nota em que proíbe manifestações contra a censura e reitera seu ''controle absoluto'' sobre os meios de comunicação. Os protestos tiveram início depois que o editorial do jornal liberal ''Semanário do Sul'', de Cantão, teve de ser mudado por intervenção do governo.
No texto inicial, os donos do jornal pediam reformas políticas com a mudança na cúpula do Partido Comunista. O texto, porém, foi alterado para elogiar a cúpula do partido, o que provocou uma greve dos jornalistas e protestos de funcionários e leitores do jornal.
Em comunicado, o Departamento de Propaganda do partido disse que o ''controle absoluto'' da imprensa é um princípio ''inquebrantável''. O governo disse ainda que os protestos foram provocados por ''forças estrangeiras hostis''.

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