Cantão, China - A origem da volta da Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars) ao sul da China continua sendo um mistério, mas as autoridades locais, depois do extermínio das civetas, decidiram sacrificar os mapaches e os texugos.
Enquanto esperam os resultados dos exames de dois casos suspeitos feitos em um laboratório de Hong Kong, cientistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) voltaram a um mercado de animais de Cantão (sul da China) em busca de indícios que expliquem o ressurgimento da doença, seis meses depois do fim da primeira epidemia.
Os especialistas examinam frangos, patos e faisões. ''No momento não há pista em nenhum caso que permita saber a origem da contaminação'', declarou Robert Breiman, chefe da equipe da OMS em Cantão.
''Continua sendo um mistério'', reconheceu Breiman. Apesar disso, as autoridades sanitárias da província de Cantão estenderam aos mapaches e texugos a campanha de extermínio que já haviam iniciado contra as civetas e os ratos.
De acordo com o jornal Diário de Cantão, já foram sacrificadas 3.945 civetas, 558 mapaches e 10 texugos.

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