São Paulo - O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, voltou a pedir ontem acesso à usina nuclear de Parchin, no Irã. A planta é a única onde os inspetores da agência não puderam entrar, por proibição de Teerã. Devido à recusa da República Islâmica, a entidade suspeita que sejam desenvolvidas atividades ilegais de enriquecimento de urânio no local, o que alimenta as acusações de países ocidentais e de Israel de que o Irã tenha a intenção de produzir uma bomba atômica. Amano pediu o acesso sem demora para que as negociações possam avançar.(Folhapress)

mockup