O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que terça-feira aprovou um plano de austeridade classificado de ‘‘neoliberal’’, recuou ontem ao anunciar um plano de medidas para promover o emprego. Enfraquecido em seu país pela recente rebelião pública do coronel Pedro Soto e cada vez mais isolado internacionalmente pelas críticas americanas a sua amizade com o presidente cubano, Fidel Castro, Chávez navega à deriva. Ele pretende apresentar no próximo dia 26 um programa de medidas para ‘‘relançar a produtividade’’ e compensar suas ‘‘medidas fiscais e monetaristas’’ de 12 de fevereiro.

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