São Paulo - A decisão de presidente venezuelano, Hugo Chávez, de não renovar a concessão à emissora de TV oposicionista RCTV gerou críticas de entidades que defendem a liberdade de expressão, mas o governo disse que a medida é irreversível. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas, ONG com sede em Nova York, disse ontem que ''a decisão é preocupante, sobretudo pela maneira em que foi dada a notícia'', anunciada por Chávez durante um discurso a militares, quinta-feira. Gonzalo Marroquín, presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa disse que a decisão de Chávez ''é a de castigar uma rede de televisão por seu conteúdo editorial''.

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