Caracas - O presidente venezuelano Hugo Chávez desmentiu ontem, logo no início de seu programa ''Alô Presidente'', os rumores sobre a morte de Fidel Castro, que circularam na véspera em vários meios de comunicação.
''Falei com Fidel no dia do seu aniversário e mandei um retrato de Bolívar como presente da parte do povo da Venezuela'', afirmou o presidente.
O site ''Noticias24'' havia divulgado no sábado fortes rumores que circulavam na cidade de Miami sobre a morte do líder cubano.
O canal 41 de televisão de Miami também destacou em seu noticiário das dez da noite a mobilização nos meios de comunicação para localizar Alina Fernández, conhecida como a filha rebelde de Fidel, para comentar as notícias.
Segundo Chávez, Fidel é ''um desses homens que jamais morrem''.
''Todos morremos um dia, mas Fidel é um desses homens que jamais morrerá, sempre estará presente na América'', afirmou.
Por outro lado, o ex-jogador argentino Diego Armando Maradona, que se encontra na Venezuela, foi o convidado especial dessa edição do programa de Chávez. O jogador argentino foi ovacionado pelo público e chamado por Chávez de ''insigne latino-americano, pequeno em tamanho, mas um gigante''.
Maradona expressou sua admiração pela revolução bolivariana liderada pelo presidente Hugo Chávez e deixou clara sua rejeição ao governo de Washington.
''Acredito em Chávez, sou chavista, cresci com muitas mentiras por parte do imperialismo e odeio tudo que vem dos Estados Unidos, odeio com todas as minhas forças'', disse Maradona, sentado ao lado do presidente venezuelano durante o programa.
Chávez anunciara a presença de Maradona para a primeira semana de agosto, durante sua estada em Buenos Aires, quando mostrou seu entusiasmo em jogar futebol com o ex-capitão da seleção argentina, se este visitasse a Venezuela.
Maradona esteve na Venezuela, quando participou da cerimônia de abertura da Copa América e, junto com Chávez e o presidente da Bolívia, Evo Morales, deu o pontapé inicial no primeiro jogo do torneio.

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