CERIMÔNIA
O partido de Benazir Bhutto difundiu ontem a última vontade da ex-líder opositora paquistanesa, assassinada em 27 de dezembro em um atentado suicida, para provar que ela designou seu marido para sucedê-la na direção do movimento. Esta carta manuscrita, datada de 16 de outubro e dirigida aos líderes e membros do partido, foi mostrada aos jornalistas na casa da dinastia Bhutto, em Naudero (sul). A última vontade de Bhutto foi tornada pública enquanto correm rumores de que, na realidade, a ex-primeira-ministra havia designado seu filho, Bilawal, para dirigir o Partido do Povo Paquistaní (PPP), se ela morresse.





