Bingol, Turquia Entre 150 e 200 pessoas continuam sob os escombros depois do terremoto que assolou a região de Bingol, no Leste da Turquia, na madrugada de ontem, anunciaram, ontem à tarde, o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, citado pela agência de notícias Anatolia. Erdogan visitou a cidade para ver o desenvolvimento das operações de socorro e salvamento.
Crianças Cerca de 140 crianças ficaram presas nos escombros da escola que desabou durante o violento terremoto que sacudiu a província de Bingol, na Turquia, informam canais de TV. Cinco horas depois do desabamento do prédio, de quatro andares, apenas 55 crianças haviam sido resgatadas. O colégio fica em Celtiksuyu, a cerca de 12 km da província de Bingol, informaram canais de televisão e a agência de notícias Anatolia.
150 mortos O terremoto de 6,4 graus Richter que sacudiu Bingol, no leste da Turquia, deixou cerca de 150 mortos, revelou o ministro turco da Habitação, Zeki Ergezen, citado pelo canal de televisão NTV.
Uma emissora de TV informou que pelo menos sete prédios desabaram no centro da capital de Bingol.
O terremoto, que ocorreu às 3h27 local de ontem, também foi sentido nas províncias vizinhas.
Em Bingol, várias cidades estavam isoladas e sem luz na manhã de ontem, enquanto militares de uma guarnição da província lideravam as missões de socorro e resgate, destacou a emissora.
O terremoto provocou pânico entre a população de Bingol, onde milhares de pessoas correram para as ruas, segundo as TVs turcas.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, já visitou a zona atingida, para onde a Meia Lua turca mandou 500 barracas e milhares de cobertores, informou a TV.
Em 22 de maio de 1971, um terremoto de 6,8 graus Richter matou 900 pessoas em Bingol. A Turquia é atravessada por inúmeras falhas ativas, entre elas a fenda Norte-Anatolia, que causou o terremoto que matou mais de 20 mil pessoas em 1999.
Socorro As Nações Unidas enviaram especialistas à Turquia, para avaliar as necessidades do país depois do terremoto de ontem, anunciou o secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

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