Washington - A Casa Branca realiza uma grande ofensiva eleitoral determinada, apesar das pesquisas adversas, a lutar para impedir o dobrar dos sinos, no dia 2 novembro, às ambições de reforma do presidente Barack Obama.
A 15 dias do pleito, tanto o presidente Obama quanto o vice Joe Biden, mas também a primeira-dama Michelle Obama, percorrem os Estados Unidos de Leste a Oeste para tentar convencer os eleitores a conceder um novo voto de confiança nos democratas.
Cada um apresenta uma questão diferente: o presidente Obama cita os ataques contra a ''obstrução'' feita pelos republicanos no Congresso que, segundo ele, refrearam as reformas; Biden volta-se à classe média, numa tentativa de evitar que se alinhe ao populismo dos conservadores do ''Tea Party''; Michelle Obama faz discursos emocionados, com apelos à paciência.
Os republicanos precisam de 39 vagas suplementares na Câmara dos Representantes para tirar a maioria dos democcratas, o que parece possível. No Senado, os democratas gozam de maioria de 59 cadeiras num total de 100, contando com dois senadores independentes. Os republicanos devem, então, conquistar pelo menos 10 vagas, o que parece difícil, mas não impossível.

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