Roma - A Igreja Católica precisa entrar em contato com os mais pobres, nos grandes centros urbanos, para parar de perder fiéis para as denominações evangélicas neopetencostais no Brasil. Para tanto, precisa oferecer alternativas aos desempregados e reforçar o discurso de defesa do trabalho contra o capital.
Esse foi o resumo da apresentação feita ontem por dois cardeais brasileiros, d. Cláudio Hummes e d. Geraldo Majella Agnelo, durante a reunião diária com seus colegas na Congregação Geral - o governo interino da igreja entre a morte do papa e a eleição do novo sumo pontífice.
No Censo de 2000, os católicos somaram 73,9% dos brasileiros. Eram 83,3% no Censo anterior, de 1991. No período, os evangélicos subiram de 9% para 15,6%.

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