Campanha quer livrar saudita da morte
Campanha quer livrar saudita da morte
Um saudita condenado à morte será executado, a menos que possa pagar um milhão e meio de dólares aos pais da vítima, antes de começar o Ramadã (mês de jejum muçulmano), na quarta ou quinta-feira. Abdel Aziz matou acidentalmente, há dois anos quando tinha 17 anos outro jovem, quando participava de uma dança folclórica. A família da vítima exigiu uma indenização de cinco milhões de riais sauditas (um milhão e meio de dólares) como contrapartida de seu perdão. O jornal, que começou na época uma campanha de doações para salvar o condenado da decapitação, anunciou ontem à AFP que a soma exigida já teria sido reunida e que espera que o caso seja encerrado, quando o tribunal da região de Meca examinar o caso. A Arábia Saudita, que aplica rigorosamente a lei islâmica, condena à pena capital pessoas declaradas culpadas de homicídio, estupro, assalto à mão armada, tráfico de drogas ou abandono do Islã. Os homicidas podem se salvar da pena capital se os parentes da vítima decidirem pelo perdão. Mas eles podem exigir, para isso, uma compensação financeira.





