Câmeras não trazem nada de novo sobre morte de argentino
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
<br> Folhapress <br> 
São Paulo - O chefe de segurança do hotel Radisson, em Montevidéu, Alejandro González, afirmou ontem, como publica o site do jornal ''La Nación'', que as câmeras de segurança não registraram nenhuma movimentação estranha nos corredores próximos ao quarto em que o subsecretário argentino de Comércio Exterior foi encontrado morto ontem. Iván Heyn foi encontrado morto no hotel da capital uruguaia, onde participaria da 42 reunião de cúpula do Mercosul.
Segundo o jornal uruguaio ''El País'', o ministro, que era considerado uma das ''estrelas'' da equipe econômica da recentemente reeleita presidente Cristina Kirchner, tinha 33 anos e foi encontrado enforcado.
A Justiça do Uruguai iniciou uma investigação para tentar determinar a causa da morte do subsecretário. ''Aparentemente é um suicídio, embora tenhamos recém começado a investigação'', afirmou o juiz Homero da Costa.
Ontem, a polícia do Uruguai realizou autópsia no corpo de Heyn e descartou evidências de violência.


