São Paulo - A Comissão de Ética da Câmara de Representantes (deputados) dos EUA abriu ontem uma investigação bipartidária sobre o escândalo sexual envolvendo o ex-deputado republicano Mark Foley, da Flórida, que renunciou na sexta-feira passada após a descoberta de mensagens obscenas enviadas por ele a estagiários adolescentes da casa.
Em uma operação para tentar controlar os danos causados pelo caso ao Partido Republicano, a cinco semanas das eleições legislativas, o presidente da Câmara, Dennis Hastert, chamou ontem uma coletiva para dizer que assume a responsabilidade, mas que não cederia à pressão para renunciar.
''Lamento profundamente que isso tenha ocorrido, e estamos assumindo a responsabilidade'', disse o republicano Hastert. Mas afirmou: ''Não fiz nada de errado''. Pesquisa do instituto Zogby divulgada ontem indica que o caso já ameaça a corrida eleitoral republicana. (Folhapress)

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