Brasil quer lugar no CS
Nova York O presidente brasileiro como é tradição foi o primeiro orador da assembléia, depois do secretário-geral da ONU.
Ao discursar antes do presidente americano, Lula denunciou ''''uma preocupante tendência de se fazer desacreditar nossa organização, e inclusive negar à ONU sua autoridade política''. Nesse sentido, afirmou que a reforma da ONU ''é imperativa'', e reiterou que o Brasil ''está pronto para dar sua contribuição''.
O Brasil exige há anos uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, aspiração apoiada pela maioria dos países da América Latina e do Caribe.
Lula propôs igualmente à ONU criar um fundo e um comitê mundial de combate à fome, assegurando que é necessário lançar ''a única guerra da qual sairemos todos vencedores: a guerra contra a fome e a miséria''.
Também afirmou que ''a superação do impasse'' atual no caso do Iraque ''só poderá ser assegurada a partir da liderança da ONU'', somando-se assim às posições da França, Rússia, Alemanha e outros países contra o empenho de Washington de monopolizar o poder no Iraque.





