Assim como alguns remédios para o tratamento da Aids, o Brasil produz o genérico utilizado no tratamento do antraz em dois laboratórios do País, e importa outro da Índia, com um custo mensal de 10 dólares para o doente.
O medicamento contra o antraz produzido pela empresa alemã Bayer (Cipros) não é patenteado no Brasil, cuja lei de patentes começou apenas em 1996, informou o diretor das relações internacionais do ministério da saúde, José Marcos Nogueira Viana.
O consumidor brasileiro dispõe, por isso, de dois medicamentos para tratar da mesma doneça, cuja bactéria se transformou em mais uma arma do terrorismo internacional depois dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos.
Um dos remédios é produzido nos laboratórios EMS em Brasil e outro importado da Índia, elaborado por Rambaxy, agregou o funcionário.
''A sorte do Brasil é que o consumidor pode comprar sua dose mensal por 10 dólares'', assegurou Nogueira Viana, enquanto o remédio patenteado custa 350 dólares no mercado americano.

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