São Pau­lo- O Bra­sil foi elei­to on­tem pe­la As­sem­bleia Ge­ral da ONU (Or­ga­ni­za­ção das Na­ções Uni­das) pa­ra uma das dez va­gas ro­ta­ti­vas do Con­se­lho de Se­gu­ran­ça, in­for­mou o Mi­nis­té­rio das Re­la­ções Ex­te­rio­res em no­ta ofi­cial. O man­da­to se­rá de ­dois ­anos -2010 e 2011.
  ­Após re­ce­ber 182 vo­tos de um to­tal de 183 paí­ses vo­tan­tes, o Bra­sil ocu­pa­rá pe­la dé­ci­ma vez um as­sen­to ele­ti­vo no Con­se­lho. Ou­tros qua­tro paí­ses fo­ram tam­bém elei­tos pa­ra o mes­mo man­da­to (2010-2011): a Bós­nia e Her­ze­go­vi­na, o Ga­bão, o Lí­ba­no e a Ni­gé­ria.
  ­Após a elei­ção, o Con­se­lho de Se­gu­ran­ça se­rá com­pos­to, em 2010, pe­los se­guin­tes paí­ses: Áus­tria, Ja­pão, Mé­xi­co, Tur­quia e Ugan­da (que cum­prem man­da­to 2009-2010); Bra­sil, Bós­nia e Her­ze­go­vi­na, Ga­bão, Lí­ba­no e Ni­gé­ria (elei­tos pa­ra o man­da­to 2010-11), ­além dos cin­co mem­bros per­ma­nen­tes -Chi­na, Fran­ça, Es­ta­dos Uni­dos, Rei­no Uni­do e Rús­sia.
  A Car­ta da ONU pre­vê que o Con­se­lho de Se­gu­ran­ça de­ve ‘‘ze­lar pe­la paz e se­gu­ran­ça ­internacionais’’ e ‘‘de­ter­mi­nar a exis­tên­cia de qual­quer amea­ça à paz, rup­tu­ra da paz ou ato de ­agressão’’. O con­se­lho de­ci­de ain­da ­quais me­di­das se­rão to­ma­das pa­ra com­ba­ter es­sas amea­ças - in­clu­si­ve por ­meio do es­ta­be­le­ci­men­to de ope­ra­ções de ma­nu­ten­ção da paz.
  Se­gun­do a no­ta do MRE, as prio­ri­da­des do Bra­sil co­mo mem­bro elei­to do Con­se­lho in­cluem a es­ta­bi­li­da­de no Hai­ti, a si­tua­ção na Gui­né-Bis­sau, a paz no Orien­te Mé­dio, os es­for­ços em fa­vor do de­sar­ma­men­to, a pro­mo­ção do res­pei­to ao Di­rei­to In­ter­na­cio­nal Hu­ma­ni­tá­rio, a evo­lu­ção das ope­ra­ções de ma­nu­ten­ção da paz e a pro­mo­ção de um en­fo­que que ar­ti­cu­le a de­fe­sa da se­gu­ran­ça com a pro­mo­ção do de­sen­vol­vi­men­to so­cioe­co­nô­mi­co.

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