A venda do porta-aviões francês ‘‘Foch’’ para o Brasil, cujas negociações ‘‘não terminaram totalmente’’, é um ‘‘ato de cooperação maior’’ entre os dois países, disse ontem o porta-voz do ministério francês da defesa, Jean Francois Bureau.
O porta-voz destacou que a França dá ‘‘uma grande atenção’’ ao assunto e que o Brasil deve se ‘‘beneficiar de melhores condições’’ para poder fazer o ‘‘Foch’’ funcionar. O país terá a ‘‘garantia de abastecimento e a possibilidade de renovar peças de reposição’’ do porta-aviões.
O porta-aviões ‘‘Clemenceau’’, pode ser, o recurso em peças de reposição que já não são fabricadas’’, e que o ‘‘Foch’’ poderia precisar.
Cerca de 300 marinheiros brasileiros chegaram terça-feira a Toulon (sudeste da França) para conhecer o ‘‘Foch’’, que será rebatizado de São Paulo. Entre os marinheiros brasileiros de toda patente está o futuro comandante do navio, Antonio Nigro.
O ‘‘São Paulo’’ substituirá o porta-aviões ‘‘Minas Gerais’’, que o Brasil comprou da marinha britânica em 1956. Em 1999, a marinha brasileira comprou 23 aviões de combate de fabricação americana A-4M Skyhawk do Kuwait, que poderiam ser utilizados no porta-aviões francês.

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