O Exército de Israel intensificou os ataques à Faixa de Gaza na terça-feira passada, matando ao menos 85 palestinos. Um bombardeio atingiu a única usina elétrica de Gaza, que gera dois terços da energia local. Fontes palestinas dizem que o ataque foi feito pelos israelenses, mas o Exército alega que não ficou claro quem foi o responsável.
O colapso da usina piorou a situação humanitária na região, que já era grave. A falta de eletricidade afeta a distribuição de água, pois a energia é necessária para o funcionamento das bombas.
O diretor da usina, Rafiq Maliha, disse que o conserto poderia demorar "meses ou um ano". Foram atingidos tanques de combustível e duas turbinas.
Antes disso, a rede elétrica já funcionava poucas horas por dia. O restante da energia local é fornecido por Israel, e a maioria das linhas responsáveis por fazer a transferência está danificada pelo conflito.
A Organização das Nações Unidas (ONU) diz que a estrutura de Gaza está no limite. Mais de 200 mil pessoas estão abrigadas nas escolas e edifícios da organização. Eles evacuaram suas casas após receberem avisos de ataques.

Sua população é de cerca de 1,7 milhão de pessoas, sendo que uma grande porcentagem se identifica como refugiados palestinos

Aprovou no dia 23 de julho uma resolução que condena Israel por sua ofensiva militar contra Gaza e criou comissão para investigar crimes e violações do direito internacional

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