Com policiais de Israel se aproximando, um suposto militante palestino detonou ontem uma bomba num táxi, matando um israelense, ferindo nove outras pessoas e reacendendo o debate sobre como o Estado judeu deve responder a ataques terroristas.
O suspeito palestino, gravemente ferido, foi levado por um helicóptero israelense para um hospital. O primeiro-ministro Ehud Barak disse que a explosão estava aparentemente ligada a uma tentativa de ataque na quarta-feira no centro de Tel Aviv, onde uma bomba foi encontrada numa barraca de alimentos e explodida em segurança.
Enquanto investigadores promoviam buscas entre os destroços do furgão branco nas proximidades da cidade nortista israelense de Mei Ami, autoridades israelenses acusavam o líder palestino Yasser Arafat de não reprimir grupos islâmicos militantes.
No local da explosão, policiais israelenses retiraram um homem gravemente ferido da parte de trás do furgão, deixaram-no apenas de cuecas e o colocaram numa maca na rua. Policiais armados com fuzis automáticos o vigiaram por vários minutos até a chegada do atendimento médico.
O homem, com o rosto e mãos cobertos de sangue, estava sendo considerado pelos israelenses como um suspeito, mas sua identidade não foi imediatamente divulgada.
Os passageiros do táxi – e os feridos – eram tanto árabes quanto judeus.
O israelense morto, e sete dos nove feridos, estavam no furgão, informou a polícia, que bloqueou as ruas adjacentes.

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