Pelo menos 17 pessoas ficaram feridas, uma delas gravemente, em consequência da explosão de uma bomba no centro de Tel Aviv, Israel. O artefato foi colocado dentro de uma lata de lixo atrás de uma das maiores sinagogas do país, localizada na rua Alllenby. A polícia isolou a área em busca de outras bombas. Várias vidraças de lojas foram destruídas com o impacto da explosão. Entre as vítimas, estão um bebê e uma mulher grávida.
Nenhum grupo islâmico assumiu a autoria da explosão e o xeque Yassin, fundador da organização Hamas, negou na Faixa de Gaza qualquer responsabilidade de seus membros no atentado. O xeque reiterou que os palestinos têm todo o direito de lutar contra o que chamou de ‘‘agressão israelense’’. O premier israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que a explosão ‘‘mostra que o terrorismo está dirigido contra todos nós’’ e instou o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat a combatê-lo.
Netanyahu advertiu os palestinos de que não haverá acordo sobre a retirada israelense da Cisjordânia, enquanto eles não lutarem contra o ‘‘terrorismo’’.
‘‘Disse claramente: enquanto a Autoridade Palestina não lutar, com gestos e com palavras contra o terrorismo que afeta os judeus onde quer que estejam nada faremos’’.
Netanyahu falou à imprensa durante uma visita feita ao hospital Ichilov de Tel Aviv, onde foram internados alguns dos feridos mais graves do atentado praticado pela manhã num bairro da cidade.France PresseRescaldoPoliciais israelenses trabalham na área atingida, tentando localizar outras bombasDas agências

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