NOVA DELHI - Pelo menos 12 pessoas morreram e 31 ficaram feridas, ontem, na explosão de uma potente bomba em um vagão do trem indiano de passageiros Jelum Express, que ia de Pune (Oeste) para Jammu (Norte), anunciaram oficialmente.
O atentado, ainda não reivindicado mas atribuído aos separatistas sikhs dos estados de Punjab e de Jammu e Cachemira, aconteceu de madrugada, quando o expresso acabava de passar pela estação de Ambala, cidade de guarnição do estado de Haryana Pradesh, na divisa com o Punjab.
Dez passageiros morreram na hora e outros dois pouco depois. Oito dos corpos - entre eles os de duas crianças - estavam carbonizados e irreconhecíveis. Apenas algumas mulheres foram identificadas pelas jóias.
Este foi o atentado mais sangrento contra um trem na Índia nos últimos quatro anos, quando uma bomba matou 45 passageiros de um trem que parara na estação de Abohar (Punjab).
Dois vagões do Jelum Express ficaram totalmente destruídos e outros dois parcialmente. De acordo com a agência de notícias indiana PTI, ao meio-dia local de ontem, o trem ainda estava em chamas.
Em Shandigarh, capital do Punjab e de Haryana Pradesh, as autoridades policiais acusavam, sem dúvida alguma, os sikhs, que poucas horas antes haviam assassinado um de seus homens, Bashitar Singh, dirigente local do partido moderado Akali Dal.

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