São Pau­lo - A pro­du­ção mun­dial de bio­com­bus­tí­veis pro­vo­cou a re­du­ção glo­bal de 123,5 mi­lhões de to­ne­la­das de ga­ses que pro­vo­cam o efei­to es­tu­fa em 2009, de acor­do com es­tu­do di­vul­ga­do on­tem pe­la (S&T)2 Con­sul­tants Inc, con­sul­to­ria es­pe­cia­li­za­da em ener­gia e ­meio am­bien­te. Se­gun­do o do­cu­men­to, a re­du­ção foi de 57% em com­pa­ra­ção com as emis­sões que te­riam ocor­ri­do se fos­se uti­li­za­do ­igual quan­ti­da­de de com­bus­tí­veis à ba­se de pe­tró­leo.
  Se­gun­do a Alian­ça Glo­bal de Com­bus­tí­veis Re­no­vá­veis, o re­la­tó­rio re­for­ça a evi­dên­cia de que os bio­com­bus­tí­veis es­tão e de­vem con­ti­nuar a es­tar na li­nha de fren­te da lu­ta con­tra o aque­ci­men­to cli­má­ti­co.
  O re­la­tó­rio res­sal­ta que a pro­du­ção mun­dial de bio­com­bus­tí­veis ul­tra­pas­sou os 100 bi­lhões de li­tros em 2009, o que re­duz o con­su­mo de 1,15 mi­lhão de bar­ris de pe­tró­leo por dia, que cria­ria emis­sões ­anuais de 215 mi­lhões de to­ne­la­das de ga­ses de efei­to es­tu­fa .
  Em 2009, a pro­du­ção mun­dial de eta­nol atin­giu 73,7 bi­lhões de li­tros e re­du­ziu em 87,6 mi­lhões de to­ne­la­das as emis­sões de ga­ses, o que mes­mo vo­lu­me re­gis­tra­do pe­la Áus­tria em 2007.
  Com res­pei­to ao bio­die­sel, a pro­du­ção glo­bal pre­vis­ta era de 16,4 bi­lhões de li­tros, o que re­du­zi­ria as emis­sões em 35,9 mi­lhões de to­ne­la­das, um vo­lu­me ­maior que as emis­sões de ga­ses de efei­to es­tu­fa ve­ri­fi­ca­das na Croá­cia em 2007.

mockup