São Paulo - A Bélgica anunciou ontem que, a partir de 1º de julho, passará a agir também na Síria contra a facção terrorista Estado Islâmico (EI). Até o momento, o país realizava ofensivas aéreas contra a milícia somente no Iraque. O EI esteve por trás dos ataques a Bruxelas em 22 de março que deixaram mais de 30 mortos.
Segundo autoridades, os bombardeios belgas ficarão restritos a áreas "sob o controle do EI e outros grupos terroristas" e não atingirão regiões "controladas pelo governo sírio". Atualmente, uma coalizão liderada pelos Estados Unidos age na Síria para conter o EI. Também a Rússia, aliada do regime do ditador sírio Bashar Assad, realiza paralelamente uma ofensiva contra a facção.
O Hezbollah anunciou ontem que Mustafa Badreddine, comandante militar da milícia xiita libanesa, foi morto em uma explosão perto do aeroporto de Damasco, na Síria. A organização, no entanto, não informou a origem ou a data do ataque.
Segundo o jornal "The New York Times", Badreddine supervisionava as operações do Hezbollah na Síria, algo que foi decisivo para manter no poder o ditador Bashar Assad durante os cinco anos de guerra civil no país.

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