Beirute
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 07 de agosto de 2020
Adriana de Cunto - Grupo Folha 

Dois dias após a explosão na área portuária de Beirute, moradores da capital do Líbano tentam salvar os pertences que não foram destruídos pelo desastre. A tragédia matou 145 pessoas e feriu outras cinco mil pessoas. Metade da cidade foi destruída. Nesta quinta-feira (6), o país recebeu a visita do presidente da França, Emmanuel Macron, primeiro chefe de Estado a visitar o Líbano. Muitas publicações nas redes sociais culpam o governo libanês e o acusam de negligência. O governo atribuiu a tragédia ao armazenamento incorreto de 2.750 toneladas de nitrato de amônio. A explosão destruiu mais da metade da capital libanesa, de acordo com o governador de Beirute, Marwan Abboud, que classificou a situação como "apocalíptica" e a comparou às explosões nucleares em Hiroshima, 75 anos atrás. (Das Agências)


