San Sebastián - O principal dirigente em liberdade do ilegal partido separatista basco Batasuna, Pernando Barrena, qualificou ontem como ‘‘declaração de guerra’’ do governo espanhol a prisão de parte da cúpula do partido. A operação policial, na noite de quinta-feira, é ‘‘uma declaração de guerra para fechar a porta ao separatismo (basco), atacando a organização que o representa’’, afirmou Barrena. Na ação, determinada pelo juiz Baltasar Garzón, foram presos 23 militantes, incluindo parte da direção do Batasuna, que participavam de uma ‘‘assembléia clandestina’’ no País Basco. O Batasuna, considerado o braço político do ETA, é ilegal desde 2003.

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